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BEM-VINDO! Você esta convidado a participar desta conversa comigo. Vou contar, informar, reclamar, desabafar, avisar, ou seja, será o nosso espaço para tratarmos dos mais variados assuntos. Por você estar aqui, OBRIGADA!


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sábado, 4 de septiembre de 2010

SALTO ANGEL

SALTO ANGEL,
este é um paraíso venezuelano imperdível de ser visitado.
Organize-se e vá!!!!!


Você irá amar essa aventura.


Nós fomos e amamos.
Este passeio está gravado para sempre em nossas lembranças....

domingo, 6 de septiembre de 2009

CHICHIRIVICHE DE LA COSTA

Chichiriviche de La Costa é uma praia muito linda, com águas transparentes e de temperatura agradável, praia limpa e que não fica cheia. É uma ótima praia para quem gosta de mergulhar. O local tem escolas de mergulho e eles alugam o equipamento.
























O caminho até Chichiriviche pode ser longo devido ao congestionamento em alguns pontos da viagem, por isso a dica é sair bem cedo de Caracas, passar o dia na praia e sair, no máximo, às 16:30. Se deseja dormir em Chichiriviche, há pousadas simples, mas que dão conta do recado.
































O caminho até Chichiriviche é um espetáculo complementar, tornando obrigatória a parada em vários pontos para tirar fotos divinas.



Não deixe de provar as empanadas de pescado e o almoço na pousada: pargo ou dourado acompanhado de bananas, arroz e salada.

miércoles, 24 de junio de 2009

DÍA DE SAN JUAN


São João Batista é o único santo que tem uma festa para comemorar o dia de seu nascimento, 24 de junho. Caucagua, Cúpira, Río Chico, Guarenas, Guatire, Santa Lucía, Ocumare del Tuy, Tácata, Cúa y Curiepe destacam-se pela celebração deste dia, o qual faz parte da cultura popular e que mistura tanto o místico quanto o profano.

Curiepe é conhecida nacionalmente como a maior festa do Día de San Juan. No dia 23 de junho, pela manhã, temos o “abriendo boca”, ou seja, o aquecimento dos tambores que ressoam até o dia seguinte. Ao meio-dia, os sinos da Igreja Nuestra Señora de Altagracia e o repique dos tambores anunciam o início da festa. Ao chegar da noite, o povo venera a imagem, no chamado “Primer Velório”, e o povo dança nas ruas até o amanhacer do dia 24. Às 10:00, temos a missa solene em honra a São João Batista, durante a qual todos os tambores silenciam, mas tão logo a missa termine, todos os tambores e danças reiniciam e assim seguem até o dia seguinte, quando a imagem do São João Criança segue em procissão pelas ruas de Curiepe e realiza-se o famoso “encierre del santo”.

Neste último dia, os seguidores de São João despedem-se com oferendas em reconhecimento e agradecimento ao Santo pelas graças obtidas. A dança vista nas ruas tem um forte apelo sensual, na qual o homem provoca a mulher e esta esquiva-se de forma sugestiva e provocadora. Os devotos expressam seu fervor e alegria através de vestimentas coloridas que evocam o período colonial.

São João Batista, considerado o santo protetor dos pobres, concede graças no que se refere à saúde, fertilidade, chuvas para as colheitas e até uma mãozinha para se conseguir namorado e/ou marido.

sábado, 13 de junio de 2009

LOS DIABLOS DANZANTES DE YARE

San Francisco de Paula de Yare, Capital do Municipio Autônomo Simón Bolivar do Estado Miranda, está situado nos Valles del Tuy e foi fundada em 1718. Seu nome é uma homenagem ao Cacique Yare, chefe dos índios Quiriquires, antigos habitantes deste vale.





Os DIABLOS DANZANTES DE YARE são uma festividade religiosa celebrada em San Francisco de Yare, Estado Miranda, Venezuela, no dia de Corpus Christi, realizada pelas “Sociedades del Santísimo”. Sua origem remonta ao séc. XVIII, sendo esta Irmandade a mais antiga do Continente Americano. Sua origen nasceu na colonia e seu verdadeiro nascimento gira em torno de dezenas de versões. Uma delas é que após uma terrível seca, um grupo decidiu fazer uma promessa ao Diabo para que trouxesse chuva. Em troca, eles teriam que roubar o Santíssimo. Nessa luta do mal contra o bem, o bem vence e todos os devotos do Diabo convertem-se frente a força do Santíssimo, da Igreja e da fé. Desde então, os Diablos fazem sua devoção ou promessa apenas por razões de saúde, pela tradição ou por bendição. Pode-se dançar por uma vida toda ou por um tempo determinado, mas uma vez tendo entrado no “clan” o não cumprimento de seus deveres acarreta severas sanções.


Nove quintas-feiras depois da Quinta-feira Santa festeja-se a Quinta-feira de Corpus Christi com uma dança ritual dos chamados Diablos Danzantes, os quais vestem-se de vermelho, usam máscaras de aparência grotesca, além de adornos tais como cruzes, escapulários, rosários e outros amuletos. La Cruz de Palma, fixada nas suas roupas, é confecionada a partir da palma recolhida na Semana Santa. Los Diablos dançam ao som do repique da caixa, um tambor típico. Dançam pelas ruas do povoado para então ajoelharem-se frente à Igreja, permanecendo prostados em sinal de respeito ao Santíssimo, enquanto o sacerdote os abençoa, demonstrando a vitória do bem sobre o mal.
A Fraternidade dos Diablos, composta de homens, divide-se segundo uma ordem hierarquica, representada pelo número de “cachos” (cornos, guampas, chifres) em suas máscaras. Quatro Cachos: representa o primeiro capataz ou o diablo mayor. É a autoridade máxima e tal responsabilidade é conferida de forma vitalícia ao membro mais velho e antigo da confraria.
Três Cachos: segundo e terceiro capataz ou "arreadores". É o ajudante do capataz e responsável pela organizaçao e execução das danças.
Dois Cachos: representa aos diablos rasos ou "promeseros".
La mujer en la Diablada ouve a missa como o fazem os Diablos, vão a todos os lugares com eles, providenciam água e comida para os Diablos, cuidam das crianças. No entanto, não dançam nas ruas, mas sim numa casa na qual pedem emprestadas as máscaras e dançam frente a um altar por uma promessa. Todas as “promeseras” vestem saias vermelhas e blusas blancas. Na cabeça usam um pano vermelho ou branco. La Capataz é a máxima autoridade frente às mulheres e veste-se totalmente de vermelho.















Existem outras confrarias de Diablos, além dos Diablos de Yare, tais como os Diablos de Naiguatá e os Diablos de Chuao que diferem nas suas vestimentas, máscaras e rituais. Los Diablos Danzantes de Yare representam o orgulho mirandino em toda Venezuela. Por isso mesmo, este ano, esta Fraternidade recebeu uma distinção do Governador de Miranda, a Medalha de Honra e Mérito por serviços prestados à cultura mirandina.

Los Diablos Danzantes de Yare é realmente uma festa emocionante tanto pela fé como pela tradição.












sábado, 6 de junio de 2009

CADA MÊS, UMA FESTA

Certos destinos turísticos, na Venezuela, tornam-se mais atrativos pela celebração das festas religiosas ou feiras.




JANEIRO


SAN CRISTÓBAL, TÁCHIRA


A Feria Internacional de San Sebastián brinda aos seus visitantes corridas de touros, barracas de várias partes do mundo acompanhadas de festival de músicas tradicionalistas, desfiles, bailes e muitas barracas de comidas e bebidas típicas da região andina,




FEVEREIRO


LA PARROQUIA, MÉRIDA


Durante as festividades em homenagem à Virgen de la Candelaria, no dia 2 de fevereiro, os vassalos ou os pagadores de promessa da Virgem, vestidos com calças bombachudas até os joelhos, blusas coloridas e grandes chapéus ricamente ornamentados, executam uma dança que se divide em 10 partes: pasacalle, danza, coplas, tejido, encierro del chivo, roza, quema, siembra, aporco e passacalle final.




MARZO


CARACAS, DISTRITO FEDERAL


A distribuição das palmas na igreja em Chacao marca o início da Semana Santa. A Paixão de Cristo é representada em uma procissão e a queima de Judas encerra as festas no Domingo de Ressurreição. É uma ótima oportunidade para conhecer os sete templos da capital.




ABRIL


COLONIA TOVAR; ARAGUA


A Fundação de Colonia Tovar, em 8 de abril de 1843, nas terras cedidas por Don Felipe Tovar, é comemorada com divinos pratos da gastronomia alemã.




MAIO


SAN FRANCISCO DE YARE, MIRANDA


Na quinta-feira de Corpus Christi, os fieis pagam suas promessas a Jesus Cristo com uma procissão e dança dos Diablos Danzantes, todos vestidos de vermelho e com impressionantes máscaras de diabo. En Patanemo, Chuao e Naiguatá também vemos estas danças.




JUNHO


CURIEPE, MIRANDA


Durante a festividade dos Tambores de San Juan, todos podem dançar seguindo o ritmo do som da fulía barloventeña.




JULHO


CORO, FALCÓN


Na última semana do mês, temos a celebração dos padroeiros de Santa Ana de Coro, festejada com repique de sinos e tambores, atos populares e religiosos nos quais não faltam o Polo Coriano e além do cocuy e da comida típica: talkarí de chivo, selse, escabeche costeño, debudeque.




AGOSTO


TINTORERO, LARA


A Feria Internacional de Artesanos é uma ótima opção para aqueles que buscam conhecer e comprar belíssimas peças e a ótimo preço.




SETEMBRO


EL VALLE DEL ESPÍRITU SANTO, NUEVA ESPARTA


Durante oito dias, Margarita enche-se de cores ao celebrar as Fiestas Patronales de Nuestra Señora del Valle.




OUTUBRO


MONTAÑA DE SUERTE, YARACUY


Día de los Espíritus, 12 de outubro, é celebrado com uma festa na qual executam-se danças sobre o fogo e muitos outros rituais acompanhados de tambores.




NOVEMBRO


MARACAIBO, ZULIA


Durante a Feria de la Chinita, temos procissões, espetáculos artísticos e desportivos, corridas de touros e feira agropecuária, tudo ao som das gaitas em homenagem à Virgem de Chiquinquirá.




DEZEMBRO


SANARE, LARA


A festa dos Zaragozas, conhecida como locos y locainas, é celebrada em 28 de dezembro, data em que a Igreja comemora o Día de los Santos inocentes. A procissão percorre as ruas acompanhada por músicos e por pessoas fantasiadas, alguns usando roupas e máscaras de mulheres.

martes, 3 de febrero de 2009

SINAMAICA















Patricia contou, em seu Blog À VISTA DEL AVILA, nossa aventura em Maracaibo e Sinamaica. Corroborando a narrativa dela, vou apresentar aqui as provas de nossa aventura.

Para se visitar Sinamaica pode-se pegar as lanchas em EL Moján ou seguir até Puerto Cuervito, a 45 minutos de Maracaibo. Em la laguna de Sinamaica, lago de água salgada, descobre-se o que significa viver da água e sobre ela. Seu nome significa “el sitio de espejismo”, ou seja, o lugar de miragem, e é aqui que está assentada a etnia Añu-Paraujana com sua língua, sua cultura e suas manisfestações mais arraigadas. São umas 3000 pessoas que vivem da pesca, artesanato, comércio e turismo. O passeio clássico pelo lago inclui uma parada obrigatória no Tunel do Amor e na Cooperativa Emayunta, onde Alida Paz e outras senhoras se dedicam ao artesanato em enea (planta da família das Tifáceas, que cresce em lugares pantanosos), majagua (árvore da família das Malváceas) e junco. Elas fazem chapéus, bolsas, esteras, cestas, bonecas e até roupas. Outro local para se visitar é a Igresia de Nuestra Señora de la Virgen del Carmen, simples e genuína, construída pela própria comunidade, que convive tranqüilamente entre as crenças indíginas e a fé cristã. A melhor época para visitar Sinamica é durante o verão, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro, período mais fresquinho, com ventinho e sem insetos.

sábado, 6 de diciembre de 2008

LA CHINITA



De acordo com a tradição zuliana, La Chinita foi trazida pelas ondas do lago Maracaibo. Conta a lenda que em 1749, uma lavadeira muito humilde, lavava as roupas na beira do lago, quando sua atenção foi desviada para uma fina tábua que flutuava e não se afastava de sua visão. Ela a recolheu, pensando que seria ideal para tampar uma tina de água existente no corredor da sua casa. No dia seguinte, ao preparar o café, ruídos estranhos a assustaram. Ao atravessar o corredor, a grande surpresa: a tábua flutuava afastada da parede, brilhando e mostrando a imagem de Nossa senhora de Chiquinquirá. Ela saiu correndo e gritando: Milagre!, Milagre! E é por isso a rua junto ao lago, onde ficava a casa da lavadeira, é chamada até hoje de “El Milagro”.



Sua casa passou a ser um lugar de veneração à Virgem e chamou a atenção das autoridades locais que decidiram realizar uma procissão em homenagem à Chinita. A Virgem foi transportada por homens escolhidos pelo Governador e que deveriam levá-la até a Igreja Matriz. Mas tão logo dobraram a esquina, a imagem começou a pesar mais e mais até ficar impossível o seu deslocamento. Quando voltavam para seu lugar de origem, seu peso também voltava ao normal. Após várias tentativas, chegaram a conclusão que a Virgem se negava a ir para a Igreja Matriz e que ela havia escolhido a San Juan de Dios, a igreja dos humildes, como seu templo. È por isso que desde esse dia, a Virgem de La Chiquinquirá, a querida Chinita, proteje o povo zuliano e seu templo converteu-se em Basílica.





















Tempo depois, após o furto da coroa de ouro que ornamenta a cabeça da Virgem, as autoridades resolveram fazer uma réplica e guardar a original em local seguro. Mas, novamente a vontade da Virgem foi mais forte. A primeira réplica, apesar de todos os cuidados na confecção do modelo, fiou grande demais; a segunda, pequena de mais. Conclusão: mantiveram a coroa original e criaram um sistema anti-furto extremamente sofisticado.



Hoje, todos podem visitar a Basílica e ver de muito perto a tábua com a imagem e sua coroa. A área ao redor da Basílica é lindíssima, ampla e com vários vendedores de suvenires. Os guias são simpáticos e profundos conhecedores da história da Chinita.

MARACAIBO

















Maracaibo, capital do estado Zulia, conhecida como "A terra do sol amada", situada à margem ocidental do Lago Maracaibo, é a segunda maior cidade da Venezuela.



Foi fundada em três ocasiões. A primeira em 1529, pelo alemão Ambrósio Alfinger (conquistador da casa Welser), quem deu à cidade o nome de Maracaibo. Esta teve pouca atividade, e por isso, Nicolás federmann ordenou transferir sua população para o Cabo de la Vela, perto de Santa Ana de Coro em 1535. Depois de uma segunda tentativa falida, por parte do capitão Alonso Pacheco, o governador Diego de Mazariegos, em 1573, decidiu re-estabelecer a população na região, designando para tal empreitada ao capitão Pedro Maldonado. Assim, para 1574 foi fundada a Nueva Zamora de Maracaibo em honra ao governador Mazariegos, nativo da cidade de Zamora na Espanha.



Hoje, Maracaibo é uma cidade moderna e dinámica em constante movimento com um horizonte dominado por grandes torres extratoras de petróleo no lago. Não existe muito turismo, ainda que existem na cidade muitos exemplos de arquitetura colonial e museos de interesse.






No centro da cidade está a Catedral (Basílica) de la Virgen de la Chiquinquirá, padroeira do estado Zulia, que é chamada carinhosamente de La Chinita ou simplesmente Chinca. Recentemente foi construida uma grande imagem numa praça central, e cada 18 de novembro, os fiéis vêm render-lhe culto.















Maracaibo também é uma das cidades mais quentes da Venezuela. Mantem uma temperatura média de 35ºC/37ºC e, no verão, a temperatura alcança facilmente os 39ºC. Os zulianos, são muito conhecidos pelo seu grande senso de humor e sua música "la Gaita", que tradicionalmente se escuta na época do natal.












Foto da famosa casa-barco de Maracaibo.


lunes, 24 de noviembre de 2008

PLAZA DE TOROS MONUMENTAL DE VALENCIA

























No sábado, dia 15 de novembro, fizemos um passeio muito interesante e inusitado para todos nós. Fomos assistir a GRAN CORRIDA DE TOROS, na Plaza de Toros Monumental de Valencia. Este passeio surgiu quase do nada. Ao estarmos caminhando nos jardins da USB, Marco Aurélio convidou o grupo para ir ver a Gran Corrida de Toros de Valencia, famosa na Venezuela e que é a maior Plaza de Toros da América, maior que a do México. O pessoal ficou muito resistente por considerar um espetáculo cruel. Mas nós decidimos que deveriamos, pelo menos uma vez na vida, ver o que é esse espetáulo que atrai tanta gente. Combinamos que durante a semana acertaríamos os detalhes da viagem.


Chegou o sábado. O espetáculo começava às 16:30h, mas como tinhamos que comprar os ingressos lá, saimos de Caracas bem cedo. Não tão cedo assim, pelas 8:30h. GPS nos guiando, às 10:15h já estavamos em Valencia. Cidade linda, limpa, menor e bem mais quente do que Caracas, com parques muito bem cuidados, principalmente o Parque Negra Hipólita, avenidas largas e uma Plaza de Toros Monumental imponente.














Cada toro tem uma decoração diferente.










O programa oficial previa que sete touros seriam lidiados, picados, banderilleados e mortos a la Usanza Española, ou seja, ao costume espanhol. Os matadores eram dois venezuelanos, um espanhol e um colombiano. Ao se falar assim, parece que se terá um espetáculo sanguinolento, cruel, próprio das arenas romanas. Mas não foi nada disso o que vimos. Entramos no Monumental com um certo aperto no estômago, que foi logo sendo dissipado pela beleza do local, com a decoraçao de touros pintados nas mais diferentes cores, com o público que chegava, usando botas, chapéus texanos, trajes típicos espanhóis, e muitas cavas, cheias de cervejas, gelos e whisky. Muitos carregam a tiracolo as botas, recipiente usado para se levar o vinho, feito de couro em forma de pera e com um bico na parte mais fina que permite a saída do vinho. Para se tomar vinho da bota se necessita ter experiência e domínio dessa arte, pois o vinho deve jorrar diretamente na boca e sem gotear ou manchar a roupa.


Foto da turma corajosa tirada pelo Bragança.



Os assentos são numerados e fomos conduzidos aos nossos lugares por jovens uniformizados e muito gentis. As meninas estavam super maquiadas. O show inicia com apresentaçao de danças típicas acompanhadas pela orquestra. Entram, então, todo o pessoal que participa na arena. Surge o primeiro touro e os toureiros, os picadores e os banderilleros. Nesta primeira tourada, o matador entra a cavalo, pois ele é um rejoneador. Outros três matadores enfrentam o touro a pé. A roupa dos caras é incrível, toda colada no corpo, finamente bordadas, em cores fortes, e seus movimentos, às vezes, parecem um passo de balé.





Os touros realmente morrem, mas o processo todo é feito de uma forma que não nos chocou, não vimos o sangue na arena como tinhamos imaginado que seria. Claro que a gente acaba sempre torcendo para o touro, para ele ser poupado, mesmo sabendo-se que eles são nascidos e criados para esse fim, ou seja, já nascem "sabendo" que seu destino será uma morte na Plaza de Toros.









Nesse dia, um dos touros teve sua vingança, jogando o picador e seu cavalo contra a parede da arena. Nesse momento levei medo pelo cavalo, mesmo sabendo que a sua super proteçao não poderia ter permitido qualquer ferimento. De qualquer modo, ele, espertamente, fingiu-se de morto para enganar o touro. Somente quando o pessoal da arena o tocou e ele sentiu que não existia mais perigo, foi que ele se levantou.


O momento mais lindo para mim, foi ao final de uma das corridas quando todo o público reconhecendo o valor do touro e do toureiro apladiu de pé, acenando lenços brancos e com chuva de papéis ao som da orquestra que tocava na cadencia forte e marcada das músicas espanholas. E o matador, ao final, caminha com seu passo típico ao redor de toda a arena e o público lhe joga rosas vermelhas.

PLAZA DE TOROS MONUMENTAL DE VALENCIA 2

Não conhecemos o significado de cada um dos momentos do espetáculo, mas eles existem. Cada gesto, a música tocada, o silêncio, o atirar da gorra, os passos, o gesto frente ao touro, tudo isso significa algo e o público reconhece e responde da mesma forma. Vale a pena ir, pelo menos uma vez, assistir esse espetáculo. A programaçao de Valencia já se encerrou, mas em fevereiro ocorrem as corridas de toros em Mérida, que dizem ser muito animadas, um bochinche mayor.






Na saída, mais uma surpresa. Na parte externa da arena, estava esperando o público um show super empolgante num estilo quase de Ivete Sangalo. Perguntamos o nome do grupo e descobrimos serem eles maracuchos (de Maracaibo). Seu nome, Tecupae. Anotamos o nome para procurar suas músicas.

domingo, 16 de noviembre de 2008

COLONIA TOVAR




Fonte: Guía turística de EL UNIVERSAL


COLONIA TOVAR, fica ao norte do estado Aragua. Desde o momento que chegamos ao povoado, desfrutamos de um clima muito agradável, vegetação em abundância e casinhas no verdadeiro estilo alemão. As ruas distribuídas entre as várias subidas e descidas, revelam em cada canto lojas de artesanatos, tendinhas com frutas e verduras, padarias fantásticas, restaurantes de dar água na boca. Uma das peculiareidades do lugar é a qualidade das suas frutas e verduras, todas fresquinhas e super saborosas. Os morangos e os pêssegos são dos Deuses. Os doces em conserva são inigualáveis. Os restaurantes são abundantes tanto em número como em especialidades gastronômicas, destacando-se os pratos de origem germânica, naturalmente.




Para pernoitar na Colonia Tovar, basta fazer a reserva com duas semanas de antecedência e um dos mais renomados hoteis da cidade é o SELVA NEGRA, que tem a opção de quartos ou cabanas. É um lugar com muita vegetação, tranqüilo e silencioso. Mas existem muitas outras opções de hotéis, pousadas e spas.
Nos finais de semana, o pequeno povoado fica repleto de pessoas que sobem e descem as suas íngremes ruas. O clima é mais frio que o de Caracas, por isso deve-se sempre levar um casaquinho. A REGENWALD TOURS oferece aos visitantes três passeios interessantes para conhecer-se a Colonia Tovar: Huellas del passado, Divina Montaña e arredores de Colonia Tovar. Contato pelos telefones 0244-3551662 e 0244-3551532 e pelo e-mail regenwald@cantv.net

Outra opção é a RUSTIC TOURS, fones 0244-3551908 e 0416-7400255;
e-mail: rustictours@cantv.net;
web: http://www.micoloniatovar.com/

Os amantes de esportes radicais, que querem ter a experiência de voar de parapente (ou paraglider), devem procurar a ESCUELA SOARING que oferece cursos básicos e avançados. Há também a opção de vôos tandem para aqueles que não sabem nada, nos quais se salta juntamente com um profissional. O vôo dura de 15 a 20 minutos. LA CASA DE LOS PARAPENTES é um lugar pequeno, o qual permite o pernoite. Contatos: 0414-3473487 e 0244-5118827; e-mail: soaring@cantv.net; web: http://www.soaring.com.ve/ Para os amantes de uma boa cerveja, recomendamos a visita à CERVECERÍA TOVAR. O visitante pode conhecer o processo de elaboração da cerveja desde o moer do grão da cevada até o engarrafamento. A visitação está aberta de segunda a sexta, das 8:00h às 18:00h e nos sábados e domingos, das 9:00h às 16:30h. Telefone para contato: 0244-3551889.
O caminho normal para se chegar à Colonia Tovar saindo-se de Caracas é por El Junquito, mas como o transito nessa região é muito intenso nos finais de semana, uma alternativa é ir por La Victoria. Este caminho é mais longo, mas mais livre, além de ser uma estrada de paisagens lindíssimas, recortada na montanha. Outra alternativa é ir durante a semana, mas a volta deve ser cedo, para fugir das colas de final de tarde.